IMC: um ponto de partida, não uma resposta
O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma fórmula simples — peso dividido pela altura ao quadrado — criada para estudos populacionais, não para avaliar indivíduos com precisão. Um atleta com alta massa muscular pode ter o mesmo IMC de uma pessoa sedentária com excesso de gordura corporal, mesmo que seus riscos de saúde sejam completamente diferentes.
É por isso que, isoladamente, o IMC não diz muito sobre a sua saúde metabólica real. O que importa é entender quanto do seu corpo é massa magra (músculos, ossos, órgãos, água) e quanto é massa gorda — e, dentro da massa gorda, como ela está distribuída.
Onde a gordura está importa tanto quanto quanto ela existe
A gordura visceral, acumulada ao redor dos órgãos internos, está associada a maior risco cardiometabólico do que a gordura subcutânea (a que fica sob a pele). Duas pessoas com o mesmo percentual de gordura corporal podem ter riscos de saúde diferentes dependendo de como essa gordura está distribuída pelo corpo.
Por que acompanhar a composição corporal muda a estratégia
Quando você sabe, de fato, qual é a sua composição corporal — e não apenas o seu peso ou IMC — a estratégia de saúde deixa de ser genérica. Um plano voltado para reduzir gordura visceral com preservação de massa muscular é diferente de um plano voltado para ganho de massa magra em alguém já com baixo percentual de gordura, por exemplo.
No Método HMX, a avaliação da composição corporal é parte do acompanhamento contínuo, exatamente para que a estratégia nutricional, hormonal e de treino seja construída em cima de dados reais do seu corpo — não de fórmulas genéricas que não enxergam quem você é.